quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A Amargura de um Ser

A Amargura de um Ser

Sinto a amargura do ser
transpor montes e vales
na solidão dos dias
por entre as trevas sagradas

Um amor destemido
esvai-se no jardim
das tempestades   da chuva
com beijos de mel

São os meus sentimentos
com o coração ancorado
a brincar à juventude
de lírios solidários

Criei uma auréola
por entre as nuvens
do passado irrequieto
talvez longo

Em criança a alegria
na perenidade dos dias
evoluía no jardim da infância
no meio da ingenuidade

A adolescência varonil
de belas recordações
sentiste o torpor do silêncio
talvez em sonhos

São guerras de consciência
em busca de uma paz serena
ao toque de um violino
indeciso irrequieto

No desterro da vida
salmos soletram  divagam
para o além do meu saber
incomensurável…

Pedro Valdoy

Sem comentários:

Enviar um comentário