A Amargura de um Ser
Sinto a amargura do ser
transpor montes e vales
na solidão dos dias
por entre as trevas sagradas
Um amor destemido
esvai-se no jardim
das tempestades da chuva
com beijos de mel
São os meus sentimentos
com o coração ancorado
a brincar à juventude
de lírios solidários
Criei uma auréola
por entre as nuvens
do passado irrequieto
talvez longo
Em criança a alegria
na perenidade dos dias
evoluía no jardim da infância
no meio da ingenuidade
A adolescência varonil
de belas recordações
sentiste o torpor do silêncio
talvez em sonhos
São guerras de consciência
em busca de uma paz serena
ao toque de um violino
indeciso irrequieto
No desterro da vida
salmos soletram divagam
para o além do meu saber
incomensurável…
Pedro Valdoy
Sem comentários:
Enviar um comentário